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	<title> &#187; Notícias Gerais</title>
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		<title>Linfoma, sintomas e tratamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 17:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contraolinfoma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de casos de linfoma cresce de forma acelerada, mas a população em geral ainda desconhece a doença Segundo o Inca, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O número de casos de linfoma cresce de forma acelerada, mas a população em geral ainda desconhece a doença</em></p>
<p>Segundo o Inca, o número de casos de linfoma praticamente duplicou nos últimos 25 anos, principalmente entre pessoas acima de 60 anos. As razões desse aumento não estão totalmente claras, mas, segundo Yana Novis, coordenadora da onco-hematologia do Hospital Sírio-Libanês, “postula-se que fatores ambientais, doenças virais e exposição a agentes químicos tenham um papel neste aumento”.<br />
Para Garles Matias Vieira, onco-hematologista do Hospital A.C.Camargo, os motivos dessa elevação no número de casos está associado ao maior envelhecimento da população, casos de HIV, maior numero de pessoas submetidas a tratamento com imunossupressores como os transplantados de coração, rim, etc.</p>
<p>Yana Novis explica a complexidade da doença. “A caracterização do linfoma de Hodgkin e não-Hodgkin é feita pela patologia. O linfoma de Hodgkin é originado do linfócito B e possui um tipo de célula chamada célula de Reed Sternberg. O linfoma não-Hodgkin pode ter origem nos linfócitos B, T e NK”, esclarece. “O patologista é a pessoa que faz a classificação dos tipos de linfomas baseado na histologia e em outras reações específicas. De uma forma muito geral os linfomas de Hodgkin têm um prognóstico levemente superior aos não-Hodgkin. Porém, hoje existem, pela classificação da organização mundial de saúde, pelo menos 30 subtipos diferentes de linfoma e cada um deles têm as suas particularidades de tratamento e prognóstico”.</p>
<p>Pouco conhecido do público em geral, o linfoma pode ter cura quando diagnosticado precocemente. Segundo estudo realizado em 2008 pelo Instituto Datafolha, mais da metade da população brasileira desconhece o que é linfoma. Por isso é muito importante estar atento ao seu corpo para que qualquer sinal ou sintoma da doença seja relatado a um médico imediatamente. “Há linfomas agressivos que necessitam de quimioterapia o mais imediatamente possível, daí a importância em se ter um diagnóstico precoce, diz Garles Vieira. “Geralmente estes casos são potencialmente curáveis”, conclui.</p>
<p>Os sintomas mais comuns e que devem levar uma pessoa a procurar um médico, segundo Garles Vieira são: emagrecimento a partir de 10% do peso de base sem dieta para tal, febre (temperatura superior a 37.7) não relacionada a infecções, sudorese noturna, surgimento de linfonodomegalias – aumento dos gânglios linfáticos (as populares ínguas) no pescoço,  na região submandibular (queixo), nas axilas e na virilha.</p>
<p>A melhor forma de estar atento aos sintomas é buscar sempre informação, orientação de qualidade e, para isso é importante disseminar o conhecimento adquirido. Para Garles Vieira, um maior conhecimento sobre a doença por parte dos próprios profissionais de saúde, sobretudo médicos generalistas, ginecologistas, cirurgiões, enfermeiros e dentistas, pode colaborar para o melhor entendimento da doença. “Além de mais divulgação na mídia”, alerta o onco-hematologista.<br />
A maioria dos linfomas é tratada com quimioterapia, radioterapia, ou ambos, segundo o Inca. A imunoterapia está sendo cada vez mais incorporada ao tratamento, incluindo anticorpos monoclonais e citoquinas, isoladamente ou associados à quimioterapia. “Nos últimos anos o maior avanço no tratamento dos linfomas foram os anticorpos monoclonais. O mais comumente utilizado é o rituximabe. Esta droga é um anticorpo que ataca uma proteína na superfície das células dos linfomas B”, diz Yana Novis. “As chances de cura para a maioria dos linfomas é sempre muito boa. Os linfomas considerados agressivos têm uma maior chance de cura quando comparamos aos linfomas indolentes”.</p>
<p>Texto: Cássia Fragata</p>
<p>Fontes:<br />
www.inca.gov.br<br />
www.oncoguia.com.br</p>
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		<title>A importância do diagnóstico precoce</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 14:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>contraolinfoma</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo da Abrale mostra total desconhecimento da população sobre linfoma, dificultando que a doença seja diagnosticada precocemente, quando há grandes chances de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><br />
Estudo da Abrale mostra total desconhecimento da população sobre linfoma, dificultando que a doença seja diagnosticada precocemente, quando há grandes chances de cura</em><span id="more-118"></span></p>
<p>Realizado com mais de 2 mil pacientes, levantamento recente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, a Abrale, indicou que mais de 80% das pessoas com linfoma no Brasil não conheciam a doença antes de serem diagnosticadas. Além disso, o estudo mostrou que pacientes levam meses até serem tratados</p>
<p>Esse é um quadro bastante preocupante, já que o linfoma, quinto tipo de câncer mais frequente no mundo, depende muito do diagnóstico precoce. “Precisamos alertar a população sobre o que é o linfoma, precisamos mobilizar os colegas médicos para que façam o diagnóstico mais precoce e precisamos alertar também as autoridades para que nos deem mais apoio enquanto cidadãos e enquanto comunidade científica”, diz o médico infectologista do Hospital Santa Catarina e do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, Marcos Antonio Cyrillo.</p>
<p>Além da falta de conhecimento da população sobre o linfoma, os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças, o que pode retardar ainda mais o diagnóstico. Por isso é fundamental prestar atenção ao corpo e à saúde, estar vigilante a qualquer alteração e, se necessário, conversar com o médico e sugerir exames específicos. Os sintomas mais comuns do linfoma são: febre constante ou recorrente, sem motivo aparente; coceira contínua por todo o corpo; aumento de gânglios do pescoço, axila ou virilha (os gânglios não doem); suores noturnos; cansaço e mal estar; perda de peso significativa e falta de apetite.</p>
<p>“Se você tem um gânglio, não deixe pra lá”, alerta Cyrillo. “Mesmo com pequenos sintomas, procure o médico, pois quanto mais cedo o diagnóstico for feito, mais chances você tem de se curar do linfoma ou de qualquer infecção que possa se instalar”. Paola Torres Costa, hematologista da Universidade Federal do Ceará e membro da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH) concorda e reitera: “se você tem uma íngua e, passados 15 ou 20 dias ela não desaparece e cresce e, se isso vier associado a qualquer outro sintoma, procure um médico rapidamente”, explica a médica. “Não necessariamente isso será um linfoma, mas pode ser também qualquer outra doença que precisa de tratamento, portanto, de um médico”.</p>
<p><strong>Conversa aberta</strong><br />
Muitas pessoas chegam ao médico, sentam e permanecem em total silêncio. Isso tem de acabar! É preciso conversar com ele, falar francamente o que está sentindo, mostrar o que está incomodando. Somente assim o médico poderá analisar o que está acontecendo com o paciente para depois tratá-lo ou encaminhá-lo ao especialista. Mas para isso o paciente deve dar o primeiro passo.</p>
<p>Falar sobre os sintomas, apontar a parte do corpo que está incomodando, mostrá-la, tudo isso deve ser feito sempre. Dessa forma será possível ao médico uma análise prévia, ou a solicitação de exames, ou ainda a indicação de um colega de outra especialidade para que o paciente seja tratado adequadamente. “Nosso foco é educar a população, os médicos jovens e os mais antigos e alertá-los para a existência da doença. Com isso, vamos fazer com que um número cada vez maior de pacientes chegue a um diagnóstico de linfoma de forma precoce e, consequentemente, mais pessoas sejam curadas da doença”, explica Paola. “Pergunte ao seu médico, mostre o que está acontecendo, não tenha vergonha de seu corpo. Diga a ele; ‘doutor, estou com um caroço aqui na virilha, o senhor não quer dar uma olhada pra ver o que é?’. Faça isso sem constrangimento”, ensina a hematologista.</p>
<p>Médicos e pacientes em sintonia podem certamente levar ao diagnóstico precoce do linfoma, aumentando assim as chances de cura.</p>
<p>Texto: Cássia Fragata</p>
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